TV E EDUCAÇÃO: É PRECISO FAZER A UNIÃO
Resumo:
A dificuldade que o professor tem no uso da televisão em sua ação pedagógica, é tão evidente, que me levou a escrever este artigo, pois percebo que a educação deve ter um papel fundamental na ajuda aos educando em relação a telinha, eles precisam que o professor possa intervir e ajudá-lo a entender o que é viabilizado por ela(a tv).
Palavras-chaves - Televisão, Educação, Formação de professor,
A Escola e a televisão ainda não atuam em uma cooperação mútua, o que Cássia Borsero chama de interação produtiva. Ela diz: ”escola e TV ainda atuam ignorando -se mutuamente”. A TV há mais de 50 anos ativa no Brasil, mas apenas 10 anos começou a ocupar os espaços escolares, espaços físicos, porque na verdade, Ela tem ocupado um “canto”, nas escolas públicas, guardada, muitas vezes empoeirada, quase nunca utilizada, e quando isso acontece, é para ocupar o tempo de alunos com vídeo em aula vaga, e outras formas de uso, sempre sem um olhar sistemático e crítico para o que foi apresentado. Constantemente ao final do vídeo, as crianças vão embora sem que, o professor faça intervenção sobre o conteúdo assistido ou a linguagem utilizada. MORAN(2005) também adverte que a escola ainda não aprendeu a dominar o uso do vídeo e da tv, e agora já estão sendo deixados de lado, por causa desta nova era cibernética.
Apesar de professor e TV estarem tão próximos fisicamente, é perceptível a distancia que existe entre eles. Segundo (Umberto Eco, 1988) dois grupos destacam posições sobre a TV, os apocalípticos:“ ...Acreditam que a televisão provoca todo tipo de males físicos e psíquicos: problema de visão, passividade, consumismo, alienação, trivialidade.” Apesar dele citar o grupo dos integrados que “acreditam que a televisão oportuniza a democratização do conhecimento e da cultura, ampliação dos sentidos, potencialização da aprendizagem e a democratização das posições plurais.
Acho que o movimento dos apocalípticos, com ideais que colocam a tv como vilã, e responsáveis pelas coisas ruins e negativas acontecidas na sociedade atual, muito contribuiu para essa distancia que existe entre a escola e a TV, sim, por que eles sempre pregaram a não utilização da mesma, e principalmente em se tratando de Educação. Eles conseguiram contribuir para que educadores se posicionassem de forma contraditória à TV, mantendo-a longe de seu fazer pedagógico. Mesmo sendo poucas as posições apocalípticas atualmente, ainda há quem defenda a não entrada dos meios de comunicação na escola, independente da intenção que se possua (Bourdieu, 1999).
Não consigo entender a postura de (Martín-Barbero, 2000. p.53) “é radicalmente contra a idéia de que na escola deve-se inserir de forma apressada as novas tecnologias.” Esse posicionamento me indigna, por que as novas tecnologias tem chegados às escolas públicas de forma mais lenta possível, muitas escolas ainda não dispõe das tecnologias e isso compromete consideravelmente a qualidade de ensino público. Eu acho que uma pessoa com uma postura destas, pode-se dizer que é do contra. Contra as classes menos favorecidas, contra as escolas públicas, contra as melhorias e etc.
O PODER DA TV
(CHAUÍ ) demonstra uma preocupação muito grande sobre a questão da manipulação que a TV faz de fatos e que de forma desrespeitosa, transforma os telespectadores em massa de manobra, direcionando a opinião pública a pensar do jeito que ela quer, e não do jeito que cada indivíduo tem possibilidade de fazer. A opinião é pública, mas, o privado atua de forma definitiva na formação do pensar da população. Quem é capaz de duvidar de grandes jornalistas na frente de uma câmera, a apresentar um jornal? O poder de credibilidade da televisão faz com que ela se aproveite disso e direcione o pensar do povo aos interesses da classe dominante, incutindo ideologias, reproduzindo formas de poder capitalista, estimulando o consumismo e etc. É preciso que o telespectador conscientize-se de que entre ele e a notícia existem jornalistas que estão ali, mediando a transmissão para moldar a notícia, do ângulo que melhor lhe convier, ou seja convier à emissora. Existem pessoas especialistas por trás de qualquer programação, e seja ela qual for, com certeza será sempre carregada da intencionalidade de quem a produz. Acho que é por isso que José Manuel Moran e outros se preocupam tanto com a formação do professor, para que ele perceba a necessidade de despertar a sensibilidade crítica à programação viabilizada pela TV.
(MORAN, 2005) aborda também sobre a corrida desesperada pela audiência faz a televisão Hiper-explorar nossas emoções, nossas fantasias, nossos desejos, que conseqüentemente, faz-nos descuidar da análise, o nosso senso crítico fica inibido com esse poder atrativo, essa forma de combinação das várias linguagens e essa velocidade de transição de uma imagem à outra em tempo curtíssimo. Essas características acabam explorando nossas emoções de tal maneira que não nos deixa tempo para fazer a análise crítica, ou seja, a atração, emoção e as fantasias nos levam a deixar um elemento tão importante em segundo plano. Isso é proposital, intencional, as pessoas que estão por trás destas programações não têm o mínimo interesse em despertar sensibilidade crítica no telespectador, querem mais é que ele seja alienado.A TV desempenha esse papel e com sucesso. Cada vez mais, ela desenvolve novas formas de sedução, com incrível facilidade de sair da ficção para o real e vice-versa. A exemplo das telenovelas, reality-shows(big-brother) e semelhante. Então nós vemos o real fazendo parte da ficção como vemos claramente nas telenovelas muitas vezes, cantores fazer cenas de shows, depoimentos de pessoas reais e não personagens, participação de instituições sociais, jogadores, e etc. Também posso citar exemplos de ficção fazendo parte do real como a personagem de malhação (Natasha) também a banda RBD da novela Rebeldes que estão fazendo sucesso. Saíram da ficção para o real. Enfim, a realidade e a ficção se misturam em muitos momentos de uma novela, atualmente.
Então é preciso estar atento para o fato de que a TV educa. Mas, que tipo de educação ela poderá estar fazendo? Que tipo de cidadão ela quer formar? Claro que deve ser aquele reprodutor de suas ideologias. O professor Rui Grilo que ensina na rede pública em São Paulo, Citado por (BORSERO, sd) diz sobre a tv:”Ela forma ou deforma, e cabe a nós oferecer uma leitura crítica da TV”.
(BORSERO,sd) fala do poder educativo da TV e nos faz refletir sobre essa escola cansativa, pautada em currículos lineares, “conteúdista”, e muitas vezes sem conexão com a realidade e diz que a TV coloca em cheque esse modelo. Moran também coloca esta questão, e diz que a escola é distante e intelectualizada, e foi criada para educar. A TV foi criada para o entretenimento, mas a maneira como ela fala de forma impactante e sedutora acaba educando melhor que a escola."justamente porque a televisão não diz que educa o faz de forma mais competente” (Moran).
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A capacidade que a televisão tem de combinar as várias formas de linguagens ( imagens, falas, música, escrita, etc.) ao mesmo tempo, é que lhe confere essa eficácia. Ela invadiu todos ou quase todos os lares e é preciso que a escola esteja pronta para fazer as intervenções necessárias para que os alunos não se tornem meros assistidores: “mecânicos” teleguiado, alienados.
FORMAÇÃO DE PROFESSOR
Essa distancia entre a TV e o professor tem sido uma constante preocupação de especialistas que estudam o uso das tecnologias na Escola. É imprescindível que o professor se aproprie da TV em sua prática pedagógica. A exploração da linguagem televisiva o ajudará a melhorar o desempenho de sua classe e também ele poderá estar sempre despertando o senso crítico no aluno. Trazendo para a sala de aula debates de temáticas do tipo: racismo, consumismo, segregação social e racial, distância que há entre assistir e consumir os produtos das propagandas televisivas, política dentre outros temas.
Programas e políticas públicas, a exemplo da TV Escola, TVprofessor, MultiRio e acredito que haja muitos outros em dimensões menores por todo o Brasil, são implementados, mas ainda é insuficiente, é preciso uma intervenção mais consistente do Ministério e Secretarias Estaduais e Municipais de Educação nesta direção.
O fato das Políticas Públicas serem insuficientes, não significa que o professor tenha que descartar a TV. Acho que ele pode e deve buscar, através de leituras, pesquisas em internet e/ou outros recursos para estar se atualizando, fazendo a sua parte, para o entendimento das diversas formas de expressão audiovisual.
O Professor José Manuel Moran é uma das pessoas, que defende uma capacitação apurada do professor para que este possa estar preparado para fazer intervenções corretas nos momentos certos, convidando os alunos a fazerem reflexões sobre o que é exibido nas programações cotidianas da TV e não só de vídeos.
“A escola precisa observar o que está acontecendo nos meios de comunicação e mostrar isto na sala de aula, discutindo tudo com os alunos, ajudando-os a que percebam os aspectos positivos e negativos das abordagens sobre cada assunto...”(MORAN,2005).
Diante de todos os recursos e possibilidades de aprendizagens que a TV disponibiliza só resta ao professor tirar proveito disto, também procurar pressionar o Sistema Educacional a ampliar as políticas públicas voltadas para formação de Professores neste aspecto, pois a questão da falta de ética na Imprensa está aí, é um problema sério, é preciso formar cidadãos preparados para lidar com esta situação e este é o papel da escola mediar esta relação.
Referências:
- BOURDIEU, P. " Sobre televisão" São Paulo:Jorge Zahar Editor, 1999
- BORSERO,Cássia. “televisão e escola: um diálogo possível” Disponível em: www.midiativa.org.br
- CHAUÍ, Marilena. "Por trás da crise está a luta de classes". Revista, Caros Amigos, São Paulo, V.104, nov.2005
- Tecnologias educacionais e educação à distância: Avaliando políticas e práticas/ Raquel Goulart Barreto (org), Nelson de Lucca Pretto...[ et al] cap. “ TV na Escola” por Gláucia Campos de Guimarães. Pág. 161-174, RJ, Quartet; 2001.
O QUE A TV NÃO PODE FAZER COM VOCÊ
PENSE!

SITE E PORTAL
No dia 17/10 a aula foi sobre o espaço eletronico virtual e ciberespaços foi me dado a responsabilidade de pesquisar e colocar na lista os significados de SITE E PORTAL pesquisei e encontrei coisas muito interessantes além do significado que é local, lugar, ( local onde ficam armazenados conteúdos, informações, textos de ficção, imagens, ilustrações, programas, textos humorísticos, diagramas, jogos e etc. ( portal do html.uniblog.com.br)
O mais interessante foi descobrir e trazer para a turma a diferença entre site e portal que é o seguinte:
- O site, no momento em que estamos acessando, cada página que você abre lhe dá várias oportunidades de percorrer outros ou novos caminhos em busca de novas possibilidades de aprendizado através dos links que são disponibilizados.
- Já o portal, conotação mistica, como porta de passagem, ele não é especificamente uma porta de passagem e sim uma porta de entrada, uma vez entrando nela, você não encontra nenhum links que lhe dê possibilidades de novos conhecimento e aprendizado, você fica fechado apenas às ideias que ele disponibiliza, André Lemos que escreveu um artigo criticando os portais, faz uma colocação que os portais se assemelham a currais eletrônicos, tentando criticar a "prisão" em que nos colocamos quando estamos nos portais.
Seminário Internet e Educação
Maravilha, este seminário foi bastante dinâmico, elas iniciaram apresentando uma dramatização. Elas são ótimas e se apresentaram com bastante segurança, mostraram que estudaram e adquiriram conhecimentos consistentes e trouxeram para a turma, a participação da turma foi um pouco inibida, mas rolou bastante discussões importantes. Foi um momento muito agradável, a questão em relação a internet ser instrumento ou fundamento me deixou intrigada, entendi que ela não é apenas instrumento a depender do uso que se faz. Mas tenho encontrado textos dizendo que ela é instrumento.
Seminário de Rádio e Educação
O seminário discorreu de forma muito tranquila, as meninas demonstraram muita segurança em relação ao tema, aprender sobre a história do rádio para mim foi muito importante, e de como ele esteve presente durante a história do Brasil República, e é emocionante ouvir hoje o programa "A voz do Brasil" e saber que ele tem tantos anos, e sobrevive bem, o filme "rádio favela" também foi interessante pena que não terminamos. Achei que neste seminário a turma participou menos inclusive eu ( estava bastante rouca) mais aprendi bastante, valeu!
SEMINÁRIO DE IMPRESSOS E EDUCAÇÃO
Foi uma ótima apresentação, onde a turma participou bastante, e o tema gerou polêmica em torno do livro didático, e-book, origem do papel, e outras discussões interessantes acho que pelo fato de ter sido no auditório todos se sentiram bastante à vontade, prestando total atenção a apresentação do tema o que mais me interessou foi sobre a origem do papel, quem diria que o papel era feito de trapos? e em relação ao livro didático que reproduz muito ideologia de classe, e comportamentos muitas vezes inadequado em relação aos diversos contextos regionais e questões etnico-raciais, a discussão rendeu polêmica
TV E VÍDEO
A apresentação foi a primeira, e por isso estávamos muito nervosos, mas quando começamos a presentar o debate fluiu bem legal, que me senti à vontade, e o desenvolvimento do trabalho foi maravilhoso, claro que a participação da turma foi muito importante para o nosso êxito. O que mais me inquietou em relação ao tema foi a dificuldade que existe em unir professor e TV, e me conscientizei da necessidade dessa integração. Também o poder de credibilidade que a população dá a TV e que ela se aproveita disso para direcionar a opinião pública.
Aí estão alguns links de políticas públicas voltadas para a educação, confira


IMAGEM EM MOVIMENTO/HISTÓRICO DO CINEMA NO BRASIL
IMAGEM EM MOVIMENTO
Os irmãos Lumiéres foram os primeiros a projetar imagem em movimento para um grande público, isso aconteceu no ano de 1895 em paris, em 1896 foi realizada a primeira sessão de cinema no Brasil. No início, chegou através de companhias de variedades e exibidores ambulantes que exibiam pequenos filmes chamados “vistas” só com o tempo é que o cinema ganhou salas fixas a princípio limitadas apenas ao Rio de Janeiro e São Paulo.
“O cinema foi criado baseado na ilusão de ótica, a retina é capaz de conservar uma imagem por alguns segundos (persistência retiniana) e por isso cria a ilusão de movimentos, quando uma imagem fixa sucede outra o expectador vê movimento mas, na verdade o que existe é uma seqüência de 24 imagens estáticas e com pequenos detalhes de diferenças entre si a cada segundo. Entre uma imagem e outra fica um vazio escuro, mais graças a persistência retiniana a imagem anterior continua no fundo do olho, é o tempo que se coloca a próxima imagem e essa sucessão dá a impressão de movimento.
Há relatos de que já na pré-história o homem das cavernas já tentava desenhar imagem em movimento, em cavernas estudadas existem desenhos de animais com muitas pernas sugerindo movimento. No século XVII vários recursos foram usados para movimentar imagens Ex.
- lanterna mágica que logo ganhou rodas que permitiam aumentar e diminuir o tamanho das imagens projetadas.
- O Taumatrópio - que consistia em uma rodela de cartão, com um desenho diferente de cada lado, e ao gira-la em frente aos olhos as imagens se sobrepunha a outra formando um só desenho. Ou seja uma ilusão de ótica.
- O fenakitoscópio - disco perfurado nas bordas, com figuras desenhadas em sucessão. Olhando através das perfurações em frente a um espelho o olho humano encandeia as figuras vendo-as em movimento.
- O zoetrópio -parte do mesmo princípio, a diferença é que neste caso as figuras são desenhadas na parte interna de um tambor giratório e são vistas por pequenos cortes na parte superior.
- O Praxinoscópio - neste as aberturas do tambor do zoetrópio são substituídas por jogo de espelhos formando um prisma com a rotação do tambor encadeando o olhar dando a impressão de que as figuras estão em movimento. Este deu origem ao Teatro Ótico de Emile Reynaud e daí nasce o desenho animado, alguns anos antes do cinema.
A junção destes trabalhos com as experiências anteriores citadas trouxe o feliz resultado. “o cinematógrafo” dos irmão Lumiére.
CINEMA NO BRASIL
Nas primeiras décadas do Séc.xx o cinema nacional ganhou grande notoriedade, tinha no Brasil um número muito grande de filmes diversos: cómédia, cinema cantado, desenho animado e etc. porém com a “invasão” do cinema estrangeiro a partir de 1911, o cinema Brasileiro entrou em decadência.
A nova fase importante e marcante do cinema nacional aconteceu na década de 50 Sec.xx quando surgiu o chamado Cinema Novo. Este procurava abordar aspectos do cotidiano da sociedade brasileira, com linguagem simples e temática popular do tipo “cinema de rua” foi o precursor deste momento, Nelson Pereira dos Santos, com o filme “Rio, 40 graus.”
Glauber Rocha, Joaquim Pedro de Andrade, Carlos Diegues, Paulo César saraceni, Leon Hirszman, David Neves,Luiz Carlos Barreto, São os principais cineastas do Cinema Novo. Com o golpe militar em 1964 o Cinema Novo entrou em decadência tempos difíceis se aplacaram na vida dos cineastas que se dispersaram outros foram exilados, de forma que em 1969 Cacá Diegues afirmaria”(...) o cinema novo não existe mais, acabou-se”. Nos últimos anos inaugurou-se uma nova fase no cinema brasileiro e ele está novamente em alta enfocando sempre temáticas cotidianas.
Educação do olhar, vol. 2, Mec, Série de Estudos: Educação à distância.
TV DIGITAL
Veja as principais mudanças para o telespectador com a TV digital
da
Folha Online, em Brasília
Muito mais do que uma imagem mais limpa, definida e colorida, a TV digital deverá trazer à população brasileira a possibilidade real de interatividade, ou seja, de comunicação em uma via de mão dupla entre telespectador e emissora. Essa oportunidade tem sido classificada nas discussões do governo, no Congresso e no meio tecnológico como uma nova mídia, um novo meio de comunicação.
Para definir a tecnologia que será usada para que o país entre nessa era de inovações, no entanto, o governo terá que conciliar interesses diversos dos donos das redes de TV, que terão que fazer os investimentos mais pesados na compra de equipamentos para as transmissões digitais; dos produtores de conteúdo, que podem ter oportunidades de ampliação do seu público com a criação de novos canais que a TV digital vai permitir; da indústria, que poderá ou não produzir e exportar mais com a inovação; das teles, cujas redes serão usadas para permitir a interatividade, e da população, que ainda pouco conhece sobre todos os benefícios que essa nova TV pode oferecer, como a educação à distância e comércio eletrônico.
Na disputa pelo mercado brasileiro, que pode significar uma tendência para a América do Sul, venceram os japoneses, cujo padrão ISDB deverá ser anunciado como escolhido pelo Brasil nesta sexta-feira. Também estavam na disputa os padrões europeu (DVB) e americano (ATSC).
A rigor, as diferenças entre os três padrões são pequenas.
O ponto forte do sistema americano é a alta definição, mas a tecnologia ATSC ainda não desenvolveu um sistema que permita a mobilidade (recepção em ônibus, por exemplo) e portabilidade (como em um celular). O sistema também permite a interatividade.
Já os europeus privilegiaram a multiprogramação, mas com transmissão standard (de qualidade inferior à alta definição, mas melhor que a atual analógica). Essa multiprogramação, entretanto, permitiria a entrada de novas emissoras no mercado, ampliando a oportunidade de produção de conteúdo e a disputa no mercado, o que não agrada às grandes emissoras.
Esse sistema também permite a mobilidade e a portabilidade, mas a tecnologia ainda está em fase de testes. A interatividade também é possível nesse sistema, mas para isso, seria preciso usar uma faixa de freqüência maior que os 6 MHz que o governo pretende conceder a cada emissora, espaço semelhante ao atual.
A tecnologia japonesa, apontada como a mais completa pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, permite a transmissão em alta definição, mobilidade, portabilidade e também interatividade. A recepção pelos celulares seria gratuita, e apenas a interatividade paga. O sinal não precisaria passar pela rede de telefonia, pois o celular se transformaria em um receptor de TV apenas com a instalação de um chip.
Durante os últimos 12 meses cerca de 1.200 pesquisadores brasileiros estudaram cada padrão e também maneiras de adaptar os sistemas estrangeiros às necessidades e prioridades brasileiras, inclusive com a possibilidade de inclusão de tecnologias nacionais no sistema que for escolhido pelo Brasil.
A definição sobre a TV digital envolve várias etapas do ponto de vista tecnológico: a primeira será a escolha do sistema de modulação, que estabelece o padrão de transmissão das TVs.
Também serão discutidas as tecnologias de compressão de áudio, compressão de vídeo, middleware (sistema de softwares de comunicação e interatividade) e aplicativos.
No chamado 'modelo de negócios' da TV digital, o governo deverá definir o prazo de migração da tecnologia analógica para a digital, para o fim das transmissões analógicas. Esse prazo pode levar de dez a 15 anos.
Durante esse período, as emissoras atuais receberão do governo um canal adicional (6 MHz), que será emprestado para que seja possível a manutenção de transmissões digitais e analógicas. Ao final da transição, as redes de TV terão que devolver os canais, que poderão ser licitados, a critério do governo.
Para assistir às transmissões digitais, o consumidor terá que adquirir um aparelho conversor, chamado set top box, ou uma TV nova com o sistema digital.
endereço pesquisado: http://1.folha.uol.com.br
Software livre
Software Livre para Educação
Os seguintes websites também disponibilizam esta versão em português do Manual Eletrônico "Software Live/de Fonte Aberta - Educação":
INCLUIR DIGITALMENTE É ESCLARECER
Não acredito, que a classe dominante, tanto a nível de Brasil como principalmente os Estados Unidos, tenha interesse de promover a inclusão digital, isso seria esclarecer as massas da população e ajudá-las a evoluir intelectualmente, não existe nenhum interesse de igualar conhecimentos, eles vão querer sempre estar muito acima, o que eles têm promovido de forma bastante visível mesmo!, é a desigualdade, a segregação social, e a má distribuição de renda, esclarecer as massas seria estar habilitando-as a ir à luta por melhoria de vida e igualdade o que para esta sociedade capitalista selvagem não interessa.
Os EUA tão desenvolvido no aspecto tecnológico, e tão subdesenvolvido no aspecto humano, promovendo a segregação racial de forma tão vergonhosa.
MÚSICAS
Interessante é que o blue era um movimento musical negro, que aos poucos invadiram a sociedade dita branca e para isso foi preciso que um cantor branco começasse a curtir esta música. No Brasil o hip hop que é um movimento musical bem relacionado com o movimento, começou à margem da e está invadindo a alta sociedade, a contrução de um movimento de pessoas em sua maioria negras e pobres tomam lugar em toda sociedade.
SEGREGAÇÃO RACIAL
É Difícil de entender como os EUA sendo um pais de 1º mundo, também um pais de estrangeiro pode ainda apesar de estar melhorando, ter uma prática segregacional para com os estrangeiros e principalmente os negros, o que adianta tanto desenvolvimento, se não respeita o próximo enquanto pessoas /cidadãs?
AFINAL O QUE É INCLUSÃO?
Os discursos em torno do tema da inclusão digital nos deixa em dúvida em relação ao que seria mesmo uma inclusão digital? mas diante de tudo que temos aprendido sobre soft livre nos resta acreditar que este movimento possa crescer e que o soft livre seja o grande passo para que se faça realmente uma boa parte da inclusão digital, se as pessoas não têm condições financeira para entrar no mundo digital ou seja, está excluída socialmente, como poderá ser incluída digitalmente se não dispor de acesso grátis? Não adianta muita alfabetização digital, sem que este indivíduo não continue praticando, e buscando conhecer algo mais, os cursinhos de digitação apenas apresenta a máquina ao aluno, mais pelo que entendi o que o fará incluído é a prática da navegação na net.
INCLUSÃO DIGITAL
Diante de tudo que tenho aprendido sobre este assunto nos últimos dias e fazendo algumas reflexões percebo que existe uma "má vontade" por parte das autoridades em fazer uma inclusão digital, pois isso acarretará em uma bola de neve de problemas a serem resolvidos como fazer a inclusão digital sem antes possibilitar a inclusão social? não sei se existe algum interesse por parte da classe dominante em que esta inclusão ocorra. A aula foi ótima e muito proveitosa mas na próxima aula quero me aprofundar mais neste assunto.
instrucionismo x construcionismo
abordagem instrucionista x abordagem construcionista
os programas instrucionistas enfatizam o "ensino" e não provocam conflitos cognitivos, já os programas voltados para uma abordagem construcionista centra-se no pensamento e na criação, no desafio, no conflito e na descoberta. Papert coloca algumas distinções entre instrucionismo e construcionismo aí está uma delas. - Para o intrucionismo a melhor aprendizagem decorre do "aperfeiçoamento do ensino" enquanto o construcionismo não nega o valor da instrução mas coloca a atitude construcionista como um paradoxo que tem a meta de "produzir a maior aprendizagem a partir do mínimo ensino". Isso não significa que o aprendizado ocorra espontaneamente, mas sim que os professores precisam fomentar em sua prática os processos de aprendizagem ditos naturais, que ocorrem independentemente dos métodos educativos tradicionais.Ref; ALMEIDA, Elizabeth de. Informática e formação de professores, vol. 1:Mec, série estudos à distância, Proinfo.